sábado, janeiro 02, 2010

O Estado sanitário e o corporativismo

«(...) cinco esquemas alternativos de ajuda que passam, entre outras sugestões, pela comparticipação em 37 por cento dos medicamentos de primeira linha para deixar de fumar, pela sua oferta nas consultas de cessação tabágica ou pela disponibilização de cheques/vales que permitam a sua aquisição pelos fumadores, durante as primeiras semanas de tratamento. Os medicamentos de primeira linha incluem os substitutos de nicotina e antidepressivos que provaram ter eficácia na cessação tabágica.»

«Unânime quanto à necessidade de financiamento dos tratamentos de apoio à cessação tabágica, os especialistas que elaboraram o estudo lembram que os medicamentos "podem duplicar ou triplicar o sucesso da intervenção" e calculam que, no cenário mais optimista, ajudar os milhares de fumadores que em cada ano procuram os profissionais de saúde para deixar de fumar podem até significar uma poupança para o Estado.»

(no Público)

Nem vale a pena comentar. Vou fumar um cigarro.