terça-feira, março 30, 2010

As pobres cabeças.

É curioso: quando Alberto Gonçalves espalha baba neoconservadora no jornal sobre o carácter salvífico do império americano é um herói da civilização; quando fala do barbarismo óbvio do hip hop (ou do metal), é um boi intolerante. Pobres cabeças.